terça-feira, 5 de maio de 2009
O fogo do Sol na manhã mais bela da vida
Como se fosse o último dia do passado
e o primeiro dia do resto da vida
A água da nuvem que chove lavando
a sujeira do corpo, a impureza da alma
O vento que leva as coisas "levianas"
deixa um pouco do que carrego
o resto no fogo inflama
inflama no Sol testemunha dos nossos pecados
Na chuva que chora com piedade da nossa alma
No vento que leva o que resta do que somos
(Adriana Rampi)
Como se fosse o último dia do passado
e o primeiro dia do resto da vida
A água da nuvem que chove lavando
a sujeira do corpo, a impureza da alma
O vento que leva as coisas "levianas"
deixa um pouco do que carrego
o resto no fogo inflama
inflama no Sol testemunha dos nossos pecados
Na chuva que chora com piedade da nossa alma
No vento que leva o que resta do que somos
(Adriana Rampi)
3 coisas
A canção, a melodia e a voz
As batidas do coração, as gotas da chuva , flores exalando
O sorriso, o olhar, o beijo
O rosto, a mão, um toque
Meus dedos, teus dedos, cruzando
Um oi, um amor, tchau
Aqui, alí, nunca mais
Agora, pra sempre, já foi
A canção, a dança, a ressaca de vida
Sozinho, amando, sofrendo
Cantando, pensando, morrendo
Gerar, matar e morrer
Entrar, celebrar e partir
Sair, celebrar, voltar
Uma vida, outra vida, o resto do mundo
Mulher, homem, ????
Deus, homem, macaco
Ontem, hoje, futuro
Surpresa, vida, nós perdidos
Dúvida, resposta, incerteza
Mãe, pai, eu
Eu, alguém, e não sei
(Adriana Rampi)
As batidas do coração, as gotas da chuva , flores exalando
O sorriso, o olhar, o beijo
O rosto, a mão, um toque
Meus dedos, teus dedos, cruzando
Um oi, um amor, tchau
Aqui, alí, nunca mais
Agora, pra sempre, já foi
A canção, a dança, a ressaca de vida
Sozinho, amando, sofrendo
Cantando, pensando, morrendo
Gerar, matar e morrer
Entrar, celebrar e partir
Sair, celebrar, voltar
Uma vida, outra vida, o resto do mundo
Mulher, homem, ????
Deus, homem, macaco
Ontem, hoje, futuro
Surpresa, vida, nós perdidos
Dúvida, resposta, incerteza
Mãe, pai, eu
Eu, alguém, e não sei
(Adriana Rampi)
Acordei com vontade de nada, de nadar
Ficar à toa, ir pra praia ver o mar
Acordei com vontade de despertar
acordar só a minha alma, deixar o corpo descansar
Acordei me achando estranha, me sentindo diferente
como se durante a noite eu tivesse virado gente
Talvez minha alma esteja trocada, ou somente alterada
mas não sou a mesma que ontem na minha cama estava deitada
Dormi sendo uma e acordei do avesso, do outro lado
Me resta descobrir o que tem neste meu eu inesperado
(Adriana Rampi)
Ficar à toa, ir pra praia ver o mar
Acordei com vontade de despertar
acordar só a minha alma, deixar o corpo descansar
Acordei me achando estranha, me sentindo diferente
como se durante a noite eu tivesse virado gente
Talvez minha alma esteja trocada, ou somente alterada
mas não sou a mesma que ontem na minha cama estava deitada
Dormi sendo uma e acordei do avesso, do outro lado
Me resta descobrir o que tem neste meu eu inesperado
(Adriana Rampi)
segunda-feira, 4 de maio de 2009
A caixa de pandora
As coisas feias do mundo
os males de dor mais profundo
da janela a testemunha
o fim dos tempos chegou
a pandora abriu e ninguém mais fechou
e a guerra mata o bem
e a paz que não tem mais ninguém
a paz no caixão da pandora
e o mal que ao homem devora
nossa vida e a nossa história
que nem quando vence tem glória
porque numa batalha os dois perdem
perde quem mata e quem morre
perde se almas
perde se esperança
perde o velho, o adulto, o adolescente e o sonho da criança
A caixa de pandora
que todos temos dentro de nós
abrimos alguma hora
mata tudo e ficamos sós
Se o sangue que lavou essa terra
se a terra dá nosso alimento
comemos a nossa ira
comemos nosso tormento
O canhão que matou o meu filho
matou o teu irmão
matamos, morremos todos
acaba-se a nação
(Adriana Rampi)
os males de dor mais profundo
da janela a testemunha
o fim dos tempos chegou
a pandora abriu e ninguém mais fechou
e a guerra mata o bem
e a paz que não tem mais ninguém
a paz no caixão da pandora
e o mal que ao homem devora
nossa vida e a nossa história
que nem quando vence tem glória
porque numa batalha os dois perdem
perde quem mata e quem morre
perde se almas
perde se esperança
perde o velho, o adulto, o adolescente e o sonho da criança
A caixa de pandora
que todos temos dentro de nós
abrimos alguma hora
mata tudo e ficamos sós
Se o sangue que lavou essa terra
se a terra dá nosso alimento
comemos a nossa ira
comemos nosso tormento
O canhão que matou o meu filho
matou o teu irmão
matamos, morremos todos
acaba-se a nação
(Adriana Rampi)
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Quem disse que a beleza é bonita?
Falar com alguém inteligente geralmente é o que excita.
Sem hipocrisia ou pornografia, beleza se torna palpável quando a boca se agita.
Dos sons mais distintos traduzindo um pensamento, do saber que é da alma o alimento,
se o conteúdo é pouco dou um sorriso e um tchau, não convivo com gente curta, não me levem a mal
Se resumir a beleza a pura estética, os cegos não iriam amar
O amor é cego ao físico, o que importa é o que tem pra falar
A velhice rouba a beleza, e um pouco da memoria, mas a sabedoria... isso é outra história
Quero alguém pra que na velhice, quando o sexo já não importar
possa ter algum diálogo... boas palavras para trocar
(Adriana Rampi)
Falar com alguém inteligente geralmente é o que excita.
Sem hipocrisia ou pornografia, beleza se torna palpável quando a boca se agita.
Dos sons mais distintos traduzindo um pensamento, do saber que é da alma o alimento,
se o conteúdo é pouco dou um sorriso e um tchau, não convivo com gente curta, não me levem a mal
Se resumir a beleza a pura estética, os cegos não iriam amar
O amor é cego ao físico, o que importa é o que tem pra falar
A velhice rouba a beleza, e um pouco da memoria, mas a sabedoria... isso é outra história
Quero alguém pra que na velhice, quando o sexo já não importar
possa ter algum diálogo... boas palavras para trocar
(Adriana Rampi)
Se a flora fosse estação seria a primavera
Se a praia fosse estação seria o verão
Se a neve fosse estação seria o inverno
Se o outono não fosse estação não teria primavera
Se o homem fosse animal seria macaco
Se o macaco fosse humano seria politizado
Se a zebra fosse humana não teria preconceito racial
Se o preconceito racial fosse humano não seria irracional
Se a água fosse sólida seria gelatina
Se a gelatina fosse comida seria fruta
Se a comida fosse luz seriamos planta
E se planta fosse comida o mundo inteiro morria de fome
Se o preto fosse cor seria branco
Se o branco não tivesse nenhuma cor seria preto
Se a gente acreditasse nisso seria culto
Se a gente fosse culto... seria macaco!
(Adriana Rampi)
Se a praia fosse estação seria o verão
Se a neve fosse estação seria o inverno
Se o outono não fosse estação não teria primavera
Se o homem fosse animal seria macaco
Se o macaco fosse humano seria politizado
Se a zebra fosse humana não teria preconceito racial
Se o preconceito racial fosse humano não seria irracional
Se a água fosse sólida seria gelatina
Se a gelatina fosse comida seria fruta
Se a comida fosse luz seriamos planta
E se planta fosse comida o mundo inteiro morria de fome
Se o preto fosse cor seria branco
Se o branco não tivesse nenhuma cor seria preto
Se a gente acreditasse nisso seria culto
Se a gente fosse culto... seria macaco!
(Adriana Rampi)
segunda-feira, 27 de abril de 2009
A arte de lidar com as pessoas...ou com nós mesmos
(Adriana Rampi)
Paz mundial. Tema bastante abrangente e que talvez não fosse tão complexo se não fosse à dificuldade da primeira etapa deste processo: a paz interior.
Todo o ser humano nasce sem sequer ter escolhido nascer, o ser humano chora quando nasce, alguns por espontânea vontade ou senão por gentileza do médico, pra dizer ao mundo: “- Eu cheguei, estou aqui.” Há pessoas que crescem achando que chorar é a melhor maneira de dar ao
mundo o sinal de que existem, outras acham que só porque não pediram pra nascer que a vida tem uma dívida com eles. Pessoas nascem, crescem, morrem, nem todos evoluem.
O homem, desde o macaco, vem tentando se civilizar, isso dando crédito a teoria Darwiniana da Evolução, e com um pouco de sorte antes do apocalipse, agora considerando os escritos bíblicos e até o Criacionismo, a gente consiga pôr em prática a utópica definição de sociedade civilizada,
igualitária, que de tão perfeita paradoxalmente é quase um paraíso, lugar alias de onde duas pessoas foram expulsas por ter certa dificuldade de lidar com “regras”. Confuso pensar que desde o paraíso haviam normas, e punição, afinal porque era “paraíso” então? Adão e Eva poderiam ter protestado, mas infelizmente não havia nenhuma outra pessoa pra jogar a culpa. Talvez eles até tenham tentado lançar a culpa no maldito réptil que lhes ofereceu a maça, mas sua vontade reprimida de lançar a culpa em alguém foi muito bem distribuída nos genes dos seus sucessores. As pessoas tem um sério problema em admitir seus erros, admitir que o problema delas elas mesmas criaram, a culpa sempre é de alguém, não importa quem (ou o que), foi sempre uma causa maior. Na verdade as pessoas só são irritantes porque nós não sabemos controlar nossas emoções e deixamos algumas pessoas tirarem nossa sanidade antes mesmo de contar até dez.
Robinson Crusoé é um mártir, se isolou em uma ilha e não morreu de tédio. Poucos agüentariam passar vinte e oito anos sozinho sem enlouquecer, porque na verdade mais pura e límpida, o que assusta na solidão não é o fato de não termos ninguém, mas sim o fato de não termos ninguém além de nós mesmos como companhia. Se a pessoa não suporta a sua própria companhia, tem medo de solidão porque então os outros que são difíceis de conviver? Conviver é necessário para a sobrevivência. Há uma lista imensas de virtudes para desenvolvermos: tolerância, paciência, sinceridade, honestidade, altruísmo, e por aí vai. A arte de conviver, aturar e respeitar toma muito tempo. Talvez os vinte e oito anos de Robinson fossem pouco ou muito tempo para algumas pessoas, mas o fato é que ele se isolou. Não temos uma ilha pra nos isolar, então não evoluímos porque nos distraímos com o defeito alheio e esquecemos dos nossos.
O homem adquire e vende suas qualidades, as trocas mais bem pagas não envolvem capital. Rico são os que não vivem de desculpas, mas sim de soluções, que simplificam ao invés de complicar. As coisas são grandes ou pequenas depende do ponto de vista do observador, se as coisas não mudam, quem tem que mudar a percepção somos nós e exercitar a maestria de viver livre dos outros, sem necessitá-los pra nos desculparmos por nossas falhas.
Paz mundial. Tema bastante abrangente e que talvez não fosse tão complexo se não fosse à dificuldade da primeira etapa deste processo: a paz interior.
Todo o ser humano nasce sem sequer ter escolhido nascer, o ser humano chora quando nasce, alguns por espontânea vontade ou senão por gentileza do médico, pra dizer ao mundo: “- Eu cheguei, estou aqui.” Há pessoas que crescem achando que chorar é a melhor maneira de dar ao
mundo o sinal de que existem, outras acham que só porque não pediram pra nascer que a vida tem uma dívida com eles. Pessoas nascem, crescem, morrem, nem todos evoluem.
O homem, desde o macaco, vem tentando se civilizar, isso dando crédito a teoria Darwiniana da Evolução, e com um pouco de sorte antes do apocalipse, agora considerando os escritos bíblicos e até o Criacionismo, a gente consiga pôr em prática a utópica definição de sociedade civilizada,
igualitária, que de tão perfeita paradoxalmente é quase um paraíso, lugar alias de onde duas pessoas foram expulsas por ter certa dificuldade de lidar com “regras”. Confuso pensar que desde o paraíso haviam normas, e punição, afinal porque era “paraíso” então? Adão e Eva poderiam ter protestado, mas infelizmente não havia nenhuma outra pessoa pra jogar a culpa. Talvez eles até tenham tentado lançar a culpa no maldito réptil que lhes ofereceu a maça, mas sua vontade reprimida de lançar a culpa em alguém foi muito bem distribuída nos genes dos seus sucessores. As pessoas tem um sério problema em admitir seus erros, admitir que o problema delas elas mesmas criaram, a culpa sempre é de alguém, não importa quem (ou o que), foi sempre uma causa maior. Na verdade as pessoas só são irritantes porque nós não sabemos controlar nossas emoções e deixamos algumas pessoas tirarem nossa sanidade antes mesmo de contar até dez.
Robinson Crusoé é um mártir, se isolou em uma ilha e não morreu de tédio. Poucos agüentariam passar vinte e oito anos sozinho sem enlouquecer, porque na verdade mais pura e límpida, o que assusta na solidão não é o fato de não termos ninguém, mas sim o fato de não termos ninguém além de nós mesmos como companhia. Se a pessoa não suporta a sua própria companhia, tem medo de solidão porque então os outros que são difíceis de conviver? Conviver é necessário para a sobrevivência. Há uma lista imensas de virtudes para desenvolvermos: tolerância, paciência, sinceridade, honestidade, altruísmo, e por aí vai. A arte de conviver, aturar e respeitar toma muito tempo. Talvez os vinte e oito anos de Robinson fossem pouco ou muito tempo para algumas pessoas, mas o fato é que ele se isolou. Não temos uma ilha pra nos isolar, então não evoluímos porque nos distraímos com o defeito alheio e esquecemos dos nossos.
O homem adquire e vende suas qualidades, as trocas mais bem pagas não envolvem capital. Rico são os que não vivem de desculpas, mas sim de soluções, que simplificam ao invés de complicar. As coisas são grandes ou pequenas depende do ponto de vista do observador, se as coisas não mudam, quem tem que mudar a percepção somos nós e exercitar a maestria de viver livre dos outros, sem necessitá-los pra nos desculparmos por nossas falhas.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Sou uma hipérbole cheia de eufemismos na minha ironia
Sou pura sinestésia, cheia de metáforas metamorfósicas,
porque cada palavra de mim é pura literatura
díficil de ler nas entrelinhas, e com todos silêncios preenchidos"
(Adriana Rampi)
Por não suportar a presença do silêncio,
tratei de preencher o seu vazio com palavras
que valem mais do que o descanso decibélico
(Adriana Rampi)
Sou pura sinestésia, cheia de metáforas metamorfósicas,
porque cada palavra de mim é pura literatura
díficil de ler nas entrelinhas, e com todos silêncios preenchidos"
(Adriana Rampi)
Por não suportar a presença do silêncio,
tratei de preencher o seu vazio com palavras
que valem mais do que o descanso decibélico
(Adriana Rampi)
quarta-feira, 22 de abril de 2009
A janela da minha vida é como a janela de um trem
muda de paisagem
to sempre de passagem
não paro em nenhum lugar
A janela da minha vida vê pra dentro e pra fora
ve o antes e o agora
pra o depois melhorar
a janela da minha vida não tem cortina bonita
ela só tem o vidro
pra o outro lado mostrar
(Adriana Rampi)
muda de paisagem
to sempre de passagem
não paro em nenhum lugar
A janela da minha vida vê pra dentro e pra fora
ve o antes e o agora
pra o depois melhorar
a janela da minha vida não tem cortina bonita
ela só tem o vidro
pra o outro lado mostrar
(Adriana Rampi)
Nas duras folgas de queda entre um coração partido e um novo amor
Descobri que a liberdade é a melhor forma de compromisso
A liberdade nos permite encontrar a pessoa errada sem culpa
e nos permite amar sem compromisso e nem desculpa
e a liberdade nos permite a entrega por espontaneidade, sem pressão ou cobrança
liberta nosso melhor eu que se permite ser amado e amar sem cobranças
E nas intensas retomadas entre um coração partido e cicatrizes
Descobri que nós mesmos permitimos a dor, sem nosso consentimento nada acontece
e que se abrirmos mão por um segundo da nossa liberdade e quisermos a liberdade do outro
acabamos por ficar sem liberdade nenhuma, ficamos perdidos e pressas fáceis da dor
(AR)
Descobri que a liberdade é a melhor forma de compromisso
A liberdade nos permite encontrar a pessoa errada sem culpa
e nos permite amar sem compromisso e nem desculpa
e a liberdade nos permite a entrega por espontaneidade, sem pressão ou cobrança
liberta nosso melhor eu que se permite ser amado e amar sem cobranças
E nas intensas retomadas entre um coração partido e cicatrizes
Descobri que nós mesmos permitimos a dor, sem nosso consentimento nada acontece
e que se abrirmos mão por um segundo da nossa liberdade e quisermos a liberdade do outro
acabamos por ficar sem liberdade nenhuma, ficamos perdidos e pressas fáceis da dor
(AR)
Se atravessa o oceano e cai neste engano
a resposta se atrasa ou simplesmente não aparece
Caio nesta tristeza, se destrona a realeza esperando por uma resposta de alguém
Uma resposta distante que talvez nunca chegue, a resposta que não vem
Se a garrafa afundou por falta de lógica física
A resposta que esperava naufragou e eu fico tísica
minha alma definha em angústia e dor
Em uma ardida espera de medo do silêncio que é a pior resposta a encontrar
Terra vista das respostas vou procurar por esse mar
Viajarei o mundo inteiro a resposta quero encontrar
Mesmo que depois descubra que sempre estava dentro de mim em algum lugar
Espero pela resposta, que não veio ou nunca virá
(Adriana Rampi)
a resposta se atrasa ou simplesmente não aparece
Caio nesta tristeza, se destrona a realeza esperando por uma resposta de alguém
Uma resposta distante que talvez nunca chegue, a resposta que não vem
Se a garrafa afundou por falta de lógica física
A resposta que esperava naufragou e eu fico tísica
minha alma definha em angústia e dor
Em uma ardida espera de medo do silêncio que é a pior resposta a encontrar
Terra vista das respostas vou procurar por esse mar
Viajarei o mundo inteiro a resposta quero encontrar
Mesmo que depois descubra que sempre estava dentro de mim em algum lugar
Espero pela resposta, que não veio ou nunca virá
(Adriana Rampi)
Uma nova folha cai todo dia da árvore da vida
a fotossíntese que faz a árvore crescer e nos levar o mais alto possível
mais perto do céu
mais perto da perfeição humana
Divinos são os frutos que deixamos cair no solo
Maduros, despencam dando lugar a novos frutos
E as raízes que nos mantém em pé nos impedem de locomover,
nossa única rota de fuga é o topo, lugar pra onde vamos ao crescer cada dia mais
Incrível pensar que não precisamos nos esforçar para crescer, envelhecer
mas precisamos de um esforço sobre-humano para "amadurecer"
Tudo acontece naturalmente... todo dia
Até que nossa árvore seque
Seus frutos morram
E todas nossas folhas caiam
Só o que resta é o solo que nos abrigou
E as sementes que acabamos deixando pra posteridade
plantada nos solos alheios
(Adriana Rampi)
a fotossíntese que faz a árvore crescer e nos levar o mais alto possível
mais perto do céu
mais perto da perfeição humana
Divinos são os frutos que deixamos cair no solo
Maduros, despencam dando lugar a novos frutos
E as raízes que nos mantém em pé nos impedem de locomover,
nossa única rota de fuga é o topo, lugar pra onde vamos ao crescer cada dia mais
Incrível pensar que não precisamos nos esforçar para crescer, envelhecer
mas precisamos de um esforço sobre-humano para "amadurecer"
Tudo acontece naturalmente... todo dia
Até que nossa árvore seque
Seus frutos morram
E todas nossas folhas caiam
Só o que resta é o solo que nos abrigou
E as sementes que acabamos deixando pra posteridade
plantada nos solos alheios
(Adriana Rampi)
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Nossa razão de viver sem propósito e sem limite
O frágil limite do caráter diante da tentação do sonho
as linhas que traçamos até nosso propósito curvas ou retas
Não se pode ignorar nossa fragilidade humana
nossa fácil entrega ao erro
Nossa tendência de impulso ao resultado final, ao fim com o meio mais curto
Somos humanos nas falhas e divinos nas qualidades
Não podemos ignorar que nosso sonho pode ferir os outros quando não medimos nossos planos até eles
Se pisar na asa de um anjo te ajudará a voar não esqueça que desfalecerá teu unico meio de voltar ao chão
Voar alto não é atingir os objetivos, voar alto é simplesmete sublimar a alma
Não pisar nos outros, pura e simplesmente permitir que seu espírito ande em nível superior que teu corpo
Se precisas de ajuda, ajude a si mesmo, ajude aos outros
Chegamos mais perto do céu quando nos desprendemos das nossas ganâncias
Chegamos mais perto do céu quando estamos mais perto do próximo
Chegamos mais perto do céu...
(Adriana Rampi)
O frágil limite do caráter diante da tentação do sonho
as linhas que traçamos até nosso propósito curvas ou retas
Não se pode ignorar nossa fragilidade humana
nossa fácil entrega ao erro
Nossa tendência de impulso ao resultado final, ao fim com o meio mais curto
Somos humanos nas falhas e divinos nas qualidades
Não podemos ignorar que nosso sonho pode ferir os outros quando não medimos nossos planos até eles
Se pisar na asa de um anjo te ajudará a voar não esqueça que desfalecerá teu unico meio de voltar ao chão
Voar alto não é atingir os objetivos, voar alto é simplesmete sublimar a alma
Não pisar nos outros, pura e simplesmente permitir que seu espírito ande em nível superior que teu corpo
Se precisas de ajuda, ajude a si mesmo, ajude aos outros
Chegamos mais perto do céu quando nos desprendemos das nossas ganâncias
Chegamos mais perto do céu quando estamos mais perto do próximo
Chegamos mais perto do céu...
(Adriana Rampi)
sábado, 4 de abril de 2009
DECIDIR
Ah esse custo de oportunidade
q reparte nossa vida em dois caminhos
o fato de escolher implica liberdade
o ato de escolher não
Escolher não é perder, mas sim deixar de ganhar
Ah essa escolha... sempre se valendo do longo prazo pra se justificar ou
valendo da incerteza do amanhã pra se consolar
Vida mão única... cheia de pedágios sem desvios no caminho
e cheia de rodovias para se transitar
Vida sem mapa...sem guia
(Adriana Rampi)
q reparte nossa vida em dois caminhos
o fato de escolher implica liberdade
o ato de escolher não
Escolher não é perder, mas sim deixar de ganhar
Ah essa escolha... sempre se valendo do longo prazo pra se justificar ou
valendo da incerteza do amanhã pra se consolar
Vida mão única... cheia de pedágios sem desvios no caminho
e cheia de rodovias para se transitar
Vida sem mapa...sem guia
(Adriana Rampi)
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Se pudesse escrever um poema sobre ti dispensaria palavras
seria todo de olhares, gestos, cores e sensações
Se houvesse uma canção pra falar de ti, seria como uma prece
não que sejas perfeito mas é que tuas virtudes me tocam mais que as imperfeições
Se pudesse pintaria o céu com os coloridos que vejo na tua alma
pra dar um pouco de ti ao mundo sem ter que dividir a parte que me cabe
Quero que sejas feliz e sei que felicidade implica liberdade
Mas se quiseres ser feliz ao meu lado sei que foi por opção tua e não porque te prendi
Deus nos deu como asas a nossa imaginação, ela vai mais longe do que qualquer pássaro já foi
se alçarmos voo juntos voaremos além dos limites entre o sonho e a realidade
nossas almas se combinam, e nosso futuro está de mãos dadas a nossa frente
Temos o tempo todo, o mundo inteiro, a vida inteira...
(Adriana Rampi)
seria todo de olhares, gestos, cores e sensações
Se houvesse uma canção pra falar de ti, seria como uma prece
não que sejas perfeito mas é que tuas virtudes me tocam mais que as imperfeições
Se pudesse pintaria o céu com os coloridos que vejo na tua alma
pra dar um pouco de ti ao mundo sem ter que dividir a parte que me cabe
Quero que sejas feliz e sei que felicidade implica liberdade
Mas se quiseres ser feliz ao meu lado sei que foi por opção tua e não porque te prendi
Deus nos deu como asas a nossa imaginação, ela vai mais longe do que qualquer pássaro já foi
se alçarmos voo juntos voaremos além dos limites entre o sonho e a realidade
nossas almas se combinam, e nosso futuro está de mãos dadas a nossa frente
Temos o tempo todo, o mundo inteiro, a vida inteira...
(Adriana Rampi)
segunda-feira, 23 de março de 2009
E como se o mar fosse entrando em minha alma me senti inundado por essa onda
fui sendo arrastada pra longe da margem de onde o certo me mantinha estável
na perturbação do mar pude me perder e me encontrar por inúmeras vezes
Não quero mais ficar na margem do mar
Não quero ficar no marasmo e ver a vida passar
Sei que posso me afogar, mas é o risco de tentar
É um risco permanente constante
Mas é melhor correr riscos do que esperar na beira, esperando o mar secar
a areia sumir, a vida passar
fui sendo arrastada pra longe da margem de onde o certo me mantinha estável
na perturbação do mar pude me perder e me encontrar por inúmeras vezes
Não quero mais ficar na margem do mar
Não quero ficar no marasmo e ver a vida passar
Sei que posso me afogar, mas é o risco de tentar
É um risco permanente constante
Mas é melhor correr riscos do que esperar na beira, esperando o mar secar
a areia sumir, a vida passar
segunda-feira, 2 de março de 2009
Sei que flores falam
Sei que no silêncio calam as palavras
Mas deixam o coração buscar o diálogo
Sei que os olhos falam
Sei que no silêncio eles dizem mais
do que milhões de páginas seriam capazes de descrever
Sei que mãos falam
Não com a liguagem de som
mas na sinestesia da liguagem do tato
elas trocam muita informação
Sei que as almas falam
Na conversa insistente que grita silenciosamente
o que a emoção mais inconsciente tem pra dizer
Sei que perfumes falam
Eles falam com a mente, e a memória da gente
e a gente sempre consegue entender
Sei que fotos falam
Elas contam dos segundos, em um simples momento
que a gente teve em nosso viver
Sei que as bocas falam
Não só com a fonética das letras
Não só com as palavras
Mas com todos os sentidos que complementam tudo aquilo que ela leva até eles!
(Adriana Rampi)
Sei que no silêncio calam as palavras
Mas deixam o coração buscar o diálogo
Sei que os olhos falam
Sei que no silêncio eles dizem mais
do que milhões de páginas seriam capazes de descrever
Sei que mãos falam
Não com a liguagem de som
mas na sinestesia da liguagem do tato
elas trocam muita informação
Sei que as almas falam
Na conversa insistente que grita silenciosamente
o que a emoção mais inconsciente tem pra dizer
Sei que perfumes falam
Eles falam com a mente, e a memória da gente
e a gente sempre consegue entender
Sei que fotos falam
Elas contam dos segundos, em um simples momento
que a gente teve em nosso viver
Sei que as bocas falam
Não só com a fonética das letras
Não só com as palavras
Mas com todos os sentidos que complementam tudo aquilo que ela leva até eles!
(Adriana Rampi)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Os 7 pecados
É a preguiça que segura nosso corpo uns minutos antes de levantar de manhã
nos persegue e se rende a luxuria da noite anterior que nos tirou o vigor
É a gula de quem come tudo pela última vez na vida e engole nossa saúde
nos faz devorar nosso respeito ao corpo e a nossa sanidade sem pudor
É a vaidade que nós permite ver apenas virtudes em nossa alma humana e imperfeita
proibindo a evolução do nosso espírito e espandindo nosso ego
É a ira que nos faz por em gesto toda a raiva das pedras que nos jogam e insistimos em carregar vida a fora, e que com irracionalidade animal deixamos aflorar e causar o caos
É a cobiça que não permite nunca nos contentarmos com o agora, mas simplesmente com tudo aquilo que está no passado ou talvez possa estar no presente, que cega a alma pra dádiva presente
É a luxúria que nos torna voluvéis aos sentidos do corpo que nos leva a condenar o bom senso e nos faz querer perder os sentidos por prazer sem pensar na conseqüência de por os desejos acima das necessidades
É a inveja que nos prende a mesmisse de querer viver o que o outro tem e que nunca se contenta com o que é mas nunca muda de tática enquanto espera que os resultados por si só mudem
Não há uma regra de apenas 7 itens pra definir os pecados, pecado é exagerar, nada do que é ponderado é pecado.
O descanso é necessário para o corpo, quem não descasa enlouquece, quem descansa demais não vive.
Não se pode simplesmente parar de comer, pode-se comer o que necessitamos ao invés de comer tudo o que nos apetece.
Não somos trapos, um pingo de vaidade pode nos ajudar a controlar a preguiça(fazendo exercícios) e a gula (regimes), vaidade demais nos cega, e de menos nos mata.
A ira é inevitável na nossa condição humana, se canalizada para o bem, a força que temos num momento de ira pode ser benéfico para limpar a alma de qualquer mágoa.
A cobiça em excesso nos faz materialistas, e sua falta nos torna conformistas.
Sem sexo entrariamos em extinção, mas viver só disso é como ter o livro sobre os mistérios da vida e insistir em ler apenas uma página.
Uma dose de inveja pra inspiração não vai mal. o excesso dela nós torna pessoas horrendas sem escrúpulos.
E tantas outras coisas em excesso poderiam ser pecado, na verdade o grande vilão, o pecado maior é exagerar, para menos e para mais.
nos persegue e se rende a luxuria da noite anterior que nos tirou o vigor
É a gula de quem come tudo pela última vez na vida e engole nossa saúde
nos faz devorar nosso respeito ao corpo e a nossa sanidade sem pudor
É a vaidade que nós permite ver apenas virtudes em nossa alma humana e imperfeita
proibindo a evolução do nosso espírito e espandindo nosso ego
É a ira que nos faz por em gesto toda a raiva das pedras que nos jogam e insistimos em carregar vida a fora, e que com irracionalidade animal deixamos aflorar e causar o caos
É a cobiça que não permite nunca nos contentarmos com o agora, mas simplesmente com tudo aquilo que está no passado ou talvez possa estar no presente, que cega a alma pra dádiva presente
É a luxúria que nos torna voluvéis aos sentidos do corpo que nos leva a condenar o bom senso e nos faz querer perder os sentidos por prazer sem pensar na conseqüência de por os desejos acima das necessidades
É a inveja que nos prende a mesmisse de querer viver o que o outro tem e que nunca se contenta com o que é mas nunca muda de tática enquanto espera que os resultados por si só mudem
Não há uma regra de apenas 7 itens pra definir os pecados, pecado é exagerar, nada do que é ponderado é pecado.
O descanso é necessário para o corpo, quem não descasa enlouquece, quem descansa demais não vive.
Não se pode simplesmente parar de comer, pode-se comer o que necessitamos ao invés de comer tudo o que nos apetece.
Não somos trapos, um pingo de vaidade pode nos ajudar a controlar a preguiça(fazendo exercícios) e a gula (regimes), vaidade demais nos cega, e de menos nos mata.
A ira é inevitável na nossa condição humana, se canalizada para o bem, a força que temos num momento de ira pode ser benéfico para limpar a alma de qualquer mágoa.
A cobiça em excesso nos faz materialistas, e sua falta nos torna conformistas.
Sem sexo entrariamos em extinção, mas viver só disso é como ter o livro sobre os mistérios da vida e insistir em ler apenas uma página.
Uma dose de inveja pra inspiração não vai mal. o excesso dela nós torna pessoas horrendas sem escrúpulos.
E tantas outras coisas em excesso poderiam ser pecado, na verdade o grande vilão, o pecado maior é exagerar, para menos e para mais.
sábado, 21 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Na escuridão da noite pude ver nas memória minhas lembranças
e no silêncio profundo escutar minha própria voz
E na calmaria que nunca havia antes sentido
Consegui sentir a vibração dos meus sentidos tão entorpecidos pela intensidade de mim
Na solidão fui capaz de me descobrir
Saber das minhas reais vontades, bondades e maldades
Na solidão de mim me descobri uma boa companhia
e depois desse dia meus amigos e amores são importantes mas não mais fundamentais
Na solidão descobri que eu sei ser eu mesma e me suportar
porque não mais enlouqueço com o silêncio o escuro e a solidão
pois toda a luz e som que preciso carrego dentro de mim
E as outras pessoas não querem mais me deixar só
Não com medo de que eu enlouqueça nessas descobertas de mim
Mas porque sou uma companhia agradável aos outros desde que descobri como ser uma melhor companhia para mim mesma!
(Adriana Rampi)
e no silêncio profundo escutar minha própria voz
E na calmaria que nunca havia antes sentido
Consegui sentir a vibração dos meus sentidos tão entorpecidos pela intensidade de mim
Na solidão fui capaz de me descobrir
Saber das minhas reais vontades, bondades e maldades
Na solidão de mim me descobri uma boa companhia
e depois desse dia meus amigos e amores são importantes mas não mais fundamentais
Na solidão descobri que eu sei ser eu mesma e me suportar
porque não mais enlouqueço com o silêncio o escuro e a solidão
pois toda a luz e som que preciso carrego dentro de mim
E as outras pessoas não querem mais me deixar só
Não com medo de que eu enlouqueça nessas descobertas de mim
Mas porque sou uma companhia agradável aos outros desde que descobri como ser uma melhor companhia para mim mesma!
(Adriana Rampi)
Pintores da vida
A cada dia novo que nasce como uma tela branca, no nosso pincel colocamos cores pra fazer o croqui da nossa vida
Na tela branca surgem traços de um dia, de uma história, de uma vida
Nunca sabemos que dia nossa pintura será digna de exposição, mas sabemos que por mais bela ou feia que seja a pintura no fim do nosso dia, ela morre com o entardecer, como se uma lata de tinta preta escorresse sobre ela, virando passado, pó!
E como que por mágica no outro dia some o negro e apenas o branco vazio nos aparece, com o pincel e a tintura
Não se pode avaliar uma pintura antes que ela esteja pronta, ela pode começar com traços toscos e terminar em uma bela obra de arte
Nós somos os pintores da vida, e nossos quadros do passado estão guardados com as melhores e piores pinturas no mausoléu das nossas culpas e lembranças
E cada pintura inútil guardada pesa carregar, com suas cores e traços horrendos perturbam a visão e a alma
Como todo bom pintor devemos ter a humildade do desprendimento das nossas criações, desde as obras que pintamos, aos filhos que criamos, aos amores que um dia amamos
Nós devemos nos permitir o deleite da tela branca incerta, louca para ser pincelada!
(Adriana Rampi)
Na tela branca surgem traços de um dia, de uma história, de uma vida
Nunca sabemos que dia nossa pintura será digna de exposição, mas sabemos que por mais bela ou feia que seja a pintura no fim do nosso dia, ela morre com o entardecer, como se uma lata de tinta preta escorresse sobre ela, virando passado, pó!
E como que por mágica no outro dia some o negro e apenas o branco vazio nos aparece, com o pincel e a tintura
Não se pode avaliar uma pintura antes que ela esteja pronta, ela pode começar com traços toscos e terminar em uma bela obra de arte
Nós somos os pintores da vida, e nossos quadros do passado estão guardados com as melhores e piores pinturas no mausoléu das nossas culpas e lembranças
E cada pintura inútil guardada pesa carregar, com suas cores e traços horrendos perturbam a visão e a alma
Como todo bom pintor devemos ter a humildade do desprendimento das nossas criações, desde as obras que pintamos, aos filhos que criamos, aos amores que um dia amamos
Nós devemos nos permitir o deleite da tela branca incerta, louca para ser pincelada!
(Adriana Rampi)
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Não quero que hoje chovam lágrimas da minha alma sobre a terra
pobre são os pecadores que não sabem se perdoar
Se peco é porque sou humana, e não por apenas gostar
Não quero que as estrelas iluminem a noite da minha tristeza
pois tenho vergonha da dor que não quer se curar
Sofro não por ser masoquista, mas porque toda dor tem uma lição de grandiosidade a ensinar
Não quero que Sol nasça antes de refazer minha alma transbordando de virtudes
não quero ser perfeita mas peço a Deus que me conserte por compaixão
Quero apenas que meu dia amanheça, minha alma enobreça e que em paz esteja meu coração!
(Adriana Rampi)
pobre são os pecadores que não sabem se perdoar
Se peco é porque sou humana, e não por apenas gostar
Não quero que as estrelas iluminem a noite da minha tristeza
pois tenho vergonha da dor que não quer se curar
Sofro não por ser masoquista, mas porque toda dor tem uma lição de grandiosidade a ensinar
Não quero que Sol nasça antes de refazer minha alma transbordando de virtudes
não quero ser perfeita mas peço a Deus que me conserte por compaixão
Quero apenas que meu dia amanheça, minha alma enobreça e que em paz esteja meu coração!
(Adriana Rampi)
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
As folhas caem no outono do meu coração
Alma minha que chora no embalo da triste canção
Se meu peito se parte ao dizer um simples adeus
e o pouco resto de mim pede forças pra Deus
Se na carta de despedida uma lágrima cai
E o amor sem medida que não cessa se vai
Nas últimas palavras que escrevo pra ti
Sei as coisas de adeus não deixam de existir
As palavras, abraços olhares de tchau
Sempre um acha que o outro está sendo mau
Mas a vida segue seu curso, mesmo em pouco recurso
e a morte do amor faz um outro nascer
Mais um dia que raia pra gente viver
(Adriana Rampi)
Alma minha que chora no embalo da triste canção
Se meu peito se parte ao dizer um simples adeus
e o pouco resto de mim pede forças pra Deus
Se na carta de despedida uma lágrima cai
E o amor sem medida que não cessa se vai
Nas últimas palavras que escrevo pra ti
Sei as coisas de adeus não deixam de existir
As palavras, abraços olhares de tchau
Sempre um acha que o outro está sendo mau
Mas a vida segue seu curso, mesmo em pouco recurso
e a morte do amor faz um outro nascer
Mais um dia que raia pra gente viver
(Adriana Rampi)
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Se a música tocasse pra mim e na letra ouvesse uma história feliz
eu poderia saber que nem sempre se acaba quando se está no fim
Se a música tocasse pra mim e na letra falasse de um amor verdadeiro
eu saberia que não amei por amar e que amor de verdade também é passageiro
Se a música que tocasse pra mim não tivesse um fim eu iria cantar
Dançaria seu ritmo lento deixaria minha alma bem leve voar
Se a música fosse tão triste que ninguém resistisse e começassem a chorar
eu iria nadar nessa música e nas suas lágrimas iria me afogar
Se tocasse essa música pra mim eu saberia que a vida valeu a pena viver
Mesmo que a dor tivesse sido maior que todos momentos de prazer
Mesmo que a canção acabasse antes de eu te ter
Mesmo que a música acabasse antes de eu te esquecer
(Adriana Rampi)
eu poderia saber que nem sempre se acaba quando se está no fim
Se a música tocasse pra mim e na letra falasse de um amor verdadeiro
eu saberia que não amei por amar e que amor de verdade também é passageiro
Se a música que tocasse pra mim não tivesse um fim eu iria cantar
Dançaria seu ritmo lento deixaria minha alma bem leve voar
Se a música fosse tão triste que ninguém resistisse e começassem a chorar
eu iria nadar nessa música e nas suas lágrimas iria me afogar
Se tocasse essa música pra mim eu saberia que a vida valeu a pena viver
Mesmo que a dor tivesse sido maior que todos momentos de prazer
Mesmo que a canção acabasse antes de eu te ter
Mesmo que a música acabasse antes de eu te esquecer
(Adriana Rampi)
Quero nadar no mar dos teus braços
e me afogar nos teus sorrisos
me perder nos teus beijos
quero perder o juízo
Quero entrar nos teus olhos
quero ir com você até a lua
quero andar contigo o mundo
mesmo que ele acabe nessa rua
Quero fumar você inteiro
Quero beber-te em pequenos goles
Quero tê-lo entre meus braços
quero comer-te em pequenas doses
Não quero anel nem papel
Não quero padre e nem juiz
quero gestos e atos sem palavras
o que a gente vive, pensa e sente e não o que a gente diz
Quero ouvir o seu sim
mas quero o sim só pra mim
não quero branco nem véu
Quero um beijo e o céu
Não quero flor e nem verso
Só sentimento eu te peço
Nem uma casa, nem teto
quero amor e afeto
O resto a gente consegue
se não consegue persegue
Agora eu só quero a praia, areia
Quero você, sou sua sereia!
(Adriana Rampi)
e me afogar nos teus sorrisos
me perder nos teus beijos
quero perder o juízo
Quero entrar nos teus olhos
quero ir com você até a lua
quero andar contigo o mundo
mesmo que ele acabe nessa rua
Quero fumar você inteiro
Quero beber-te em pequenos goles
Quero tê-lo entre meus braços
quero comer-te em pequenas doses
Não quero anel nem papel
Não quero padre e nem juiz
quero gestos e atos sem palavras
o que a gente vive, pensa e sente e não o que a gente diz
Quero ouvir o seu sim
mas quero o sim só pra mim
não quero branco nem véu
Quero um beijo e o céu
Não quero flor e nem verso
Só sentimento eu te peço
Nem uma casa, nem teto
quero amor e afeto
O resto a gente consegue
se não consegue persegue
Agora eu só quero a praia, areia
Quero você, sou sua sereia!
(Adriana Rampi)
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Não permita que a noite chegue antes do meu amor
Não permita que eu me omita por já ter sentido dor
Não permita que o choro me afogue os sentidos
nem me deixe na escuridão
Não peço mais do que um dia inteiro, pra iluminar minha razão
Minha lucidez não distingue mais norte de sul e minha mente se abriga na sombra da insanidade
Não permita que eu morra antes da flor da idade
Não quero chorar os rios que estão correndo na minha alma
pois quero que ela flua e não seque
Quero minha alma pura, não quero mais que ela peque
Não permita que eu caia no abismo da tentação
Pois a tudo se pode resistir, menos ao que não se pode dizer não
Não permita que a chuva caia sobre as folhas caídas do jardim
regue apenas aquelas gentis flores que nascem pra você e pra mim
Não permita que o mundo vire um cristal e que nossos corações virem pedra
Não permita que a banda pare antes da minha canção
nem tire do violino as cordas que tocam minha emoção
Não permita que a orquestra caia em desarmonia
Nem que meu coração se parta em desespero e agonia!
(Adriana Rampi)
Não permita que eu me omita por já ter sentido dor
Não permita que o choro me afogue os sentidos
nem me deixe na escuridão
Não peço mais do que um dia inteiro, pra iluminar minha razão
Minha lucidez não distingue mais norte de sul e minha mente se abriga na sombra da insanidade
Não permita que eu morra antes da flor da idade
Não quero chorar os rios que estão correndo na minha alma
pois quero que ela flua e não seque
Quero minha alma pura, não quero mais que ela peque
Não permita que eu caia no abismo da tentação
Pois a tudo se pode resistir, menos ao que não se pode dizer não
Não permita que a chuva caia sobre as folhas caídas do jardim
regue apenas aquelas gentis flores que nascem pra você e pra mim
Não permita que o mundo vire um cristal e que nossos corações virem pedra
Não permita que a banda pare antes da minha canção
nem tire do violino as cordas que tocam minha emoção
Não permita que a orquestra caia em desarmonia
Nem que meu coração se parta em desespero e agonia!
(Adriana Rampi)
sábado, 7 de fevereiro de 2009
Se um dia eu fosse saber das respostas pra perguntas que eu fiz
Eu queria primeiro dizer que elas já não me bastam nem me fazem feliz
Se um dia eu fosse saber de todos os amores que amei
Diria que hoje não sinto nada, nem os reconhecer eu sei
Se um dia eu fosse saber de todas as feridas que abri e de desespero sangrei
Olharia hoje as cicatrizes e que se com elas não morri, com nenhuma outra morrerei
Se um dia eu fosse saber de novo de todas as minhas desventuras
diria que o fracasso não valeu nada perto da tentativa e das aventuras
Se um dia eu fosse saber de todas as lágrimas que derramei em toda minha vida
saberia que poucas vezes chorei com vontade, com uma dor doída
Se um dia fosse sentir de novo todas as quedas por que passei
reconheceria em cada uma delas uma característica em que melhorei
Se um dia fosse saber de toda minha falha e imperfeição
Saberia que elas somente mudam porque jamais fui perfeição
(Adriana Rampi)
Eu queria primeiro dizer que elas já não me bastam nem me fazem feliz
Se um dia eu fosse saber de todos os amores que amei
Diria que hoje não sinto nada, nem os reconhecer eu sei
Se um dia eu fosse saber de todas as feridas que abri e de desespero sangrei
Olharia hoje as cicatrizes e que se com elas não morri, com nenhuma outra morrerei
Se um dia eu fosse saber de novo de todas as minhas desventuras
diria que o fracasso não valeu nada perto da tentativa e das aventuras
Se um dia eu fosse saber de todas as lágrimas que derramei em toda minha vida
saberia que poucas vezes chorei com vontade, com uma dor doída
Se um dia fosse sentir de novo todas as quedas por que passei
reconheceria em cada uma delas uma característica em que melhorei
Se um dia fosse saber de toda minha falha e imperfeição
Saberia que elas somente mudam porque jamais fui perfeição
(Adriana Rampi)
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Minha insanidade é extremamente normal
Ela louca, doida varrida, insanamente natural
Sou doida de pedra, pedreira, pedregulho
Sou doida varrida com muito orgulho
Nunca quis mesmo ser padrão
sou louca de emoção e de razão
Na minha loucura eu vivo bem
a camisa que prende meus braços não seguram minha imaginação
Sou louca por opção!
(Adriana Rampi)
Ela louca, doida varrida, insanamente natural
Sou doida de pedra, pedreira, pedregulho
Sou doida varrida com muito orgulho
Nunca quis mesmo ser padrão
sou louca de emoção e de razão
Na minha loucura eu vivo bem
a camisa que prende meus braços não seguram minha imaginação
Sou louca por opção!
(Adriana Rampi)
Se o tempo que passa
voltasse pra atrás
Andasse de costas
seria demais
Faria de novo
as mesmas besteiras
as mesmas bobagens
as mesmas asneiras
Se o tempo que passa
passasse às avessas
eu bem devagar
não teria pressa
Pra de novo errar
crescer nos meus erros
errar e a apanhar
Se o tempo passasse
naquele lugar
naquele minuto eu ia ficar
naquele passado eu queria estar
naquele momento eu ia parar
e o tempo que passa
não ia passar, nem n'outro passado iria voltar
o tempo que passa iria parar
naquele momento e lugar
(Adriana Rampi)
voltasse pra atrás
Andasse de costas
seria demais
Faria de novo
as mesmas besteiras
as mesmas bobagens
as mesmas asneiras
Se o tempo que passa
passasse às avessas
eu bem devagar
não teria pressa
Pra de novo errar
crescer nos meus erros
errar e a apanhar
Se o tempo passasse
naquele lugar
naquele minuto eu ia ficar
naquele passado eu queria estar
naquele momento eu ia parar
e o tempo que passa
não ia passar, nem n'outro passado iria voltar
o tempo que passa iria parar
naquele momento e lugar
(Adriana Rampi)
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Com os relacionamentos anteriores aprendi:
"Não se manda no coração
Não se morre ao dizer/ouvir um não
Cada lágrima derramada fortalece (e não endurece) o coração
Não há homem que valha a dor da decepção
Amor próprio é a palavra chave pra qualquer relação
Respeito é o responsável pelo tempo de duração
NUNCA ESPERAR QUE HUMANOS ATINJAM A PERFEIÇÃO"
(Adriana Rampi)
Não se morre ao dizer/ouvir um não
Cada lágrima derramada fortalece (e não endurece) o coração
Não há homem que valha a dor da decepção
Amor próprio é a palavra chave pra qualquer relação
Respeito é o responsável pelo tempo de duração
NUNCA ESPERAR QUE HUMANOS ATINJAM A PERFEIÇÃO"
(Adriana Rampi)
"Se nascesse hoje lágrima
Não choraria
Se nascesse dentes
não sorriria
Se nascesse amor
não sofreria
Hoje se nascesse braços
não abraçaria
Se nascesse vida
Não morreria
Se nascesse silêncio
Não calaria
Se nascesse alma
Não encarnaria
Se nascesse escuro
não me esconderia
Se nascesse gota
não cairia
Se eu nascesse flor
não desabrocharia
Hoje se nascesse amor
não sentiria
Se nascesse ódio
eu simplesmente morreria"
(Adriana Rampi)
Não choraria
Se nascesse dentes
não sorriria
Se nascesse amor
não sofreria
Hoje se nascesse braços
não abraçaria
Se nascesse vida
Não morreria
Se nascesse silêncio
Não calaria
Se nascesse alma
Não encarnaria
Se nascesse escuro
não me esconderia
Se nascesse gota
não cairia
Se eu nascesse flor
não desabrocharia
Hoje se nascesse amor
não sentiria
Se nascesse ódio
eu simplesmente morreria"
(Adriana Rampi)
E se acontecer de meu Sol se esconder ou não querer brilhar?
Quem irá trazer a vela para o meu escuro espantar?
E se a Lua fugir do meu céu e levar as estrelas e deixar apenas o vazio da escuridão?
Quem irá secar as lágrimas da noite do meu coração?
Minhas grandes asas precisam voar
Meu coração não pertence somente a esse lugar
E se as estradas forem longas demais pra um dia chegar?
Quem irá carregar-me nas curvas pra eu alcançar?
E se as feridas que cicatrizei começarem de novo a jorrar?
Quem irá defender o meu sangue pra minha vida salvar?
E se o tempo for acabar logo a frente e não houver tempo pra eu esperar?
Quem irá aparecer prontamente a tempo de ficar comigo a esperar?
Meu espírito livre precisa planar
Meu coração é leal sem as amarras pra segurar
(Adriana Rampi)
Quem irá trazer a vela para o meu escuro espantar?
E se a Lua fugir do meu céu e levar as estrelas e deixar apenas o vazio da escuridão?
Quem irá secar as lágrimas da noite do meu coração?
Minhas grandes asas precisam voar
Meu coração não pertence somente a esse lugar
E se as estradas forem longas demais pra um dia chegar?
Quem irá carregar-me nas curvas pra eu alcançar?
E se as feridas que cicatrizei começarem de novo a jorrar?
Quem irá defender o meu sangue pra minha vida salvar?
E se o tempo for acabar logo a frente e não houver tempo pra eu esperar?
Quem irá aparecer prontamente a tempo de ficar comigo a esperar?
Meu espírito livre precisa planar
Meu coração é leal sem as amarras pra segurar
(Adriana Rampi)
"Folhas que caem no chão
A chuva que vai fina caindo
O bater contínuo do coração
O suspiro do ar que vai sumindo
O doce embalo da canção
Meus pés que vão com o embalo indo
Os olhos que piscam sem uma razão
Minha boca que só ri o que está sentindo
Meu coração em conflito com minha razão
Tentando dizer o que está omitindo
Minha mente em conflito com minha emoção
Tentando calar o que está em minha boca vindo
E a primavera vai virar verão
E no outono as folhas vão caindo
E inverno chegando, uma nova estação
E as nossa vidas vão se esvaindo"
(Adriana Rampi)
A chuva que vai fina caindo
O bater contínuo do coração
O suspiro do ar que vai sumindo
O doce embalo da canção
Meus pés que vão com o embalo indo
Os olhos que piscam sem uma razão
Minha boca que só ri o que está sentindo
Meu coração em conflito com minha razão
Tentando dizer o que está omitindo
Minha mente em conflito com minha emoção
Tentando calar o que está em minha boca vindo
E a primavera vai virar verão
E no outono as folhas vão caindo
E inverno chegando, uma nova estação
E as nossa vidas vão se esvaindo"
(Adriana Rampi)
A vida em marcha lenta
Leva o medo que me afugenta
e me deixa forte para a tormenta
A vida em marcha lenta
Dá o calor que me esquenta
E a maldade não mais se apresenta
A vida em marcha lenta
Me embala em música lenta
Me dá colo e me acalenta
A vida em marcha lenta
Traz o que minha imaginação inventa
Me dá maturidade que só a idade acrescenta
A minha vida em marcha lenta
Me tira da minha ansiedade violenta
Me dá o pão da alma que é o que alimenta
e vai me tornando a guerreira que qualquer coisa enfrenta
(Adriana Rampi)
Leva o medo que me afugenta
e me deixa forte para a tormenta
A vida em marcha lenta
Dá o calor que me esquenta
E a maldade não mais se apresenta
A vida em marcha lenta
Me embala em música lenta
Me dá colo e me acalenta
A vida em marcha lenta
Traz o que minha imaginação inventa
Me dá maturidade que só a idade acrescenta
A minha vida em marcha lenta
Me tira da minha ansiedade violenta
Me dá o pão da alma que é o que alimenta
e vai me tornando a guerreira que qualquer coisa enfrenta
(Adriana Rampi)
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Não acredito em loucura. Acho q loucos são gênios incompreendidos.
Há tantos talentos que não foram reconhecidos!
Tem tanta gente que age como Deus e não assume
os loucos são Napoleões Bonaparte, parte ruim
São o que são, são loucos sim
Assumidos, declarados
Sou loucos, não retardados
O louco sabe o que lhe falta
seja por falta de prática ou de habito
apenas esquecem de ser normais e chatos
(Adriana Rampi)
Há tantos talentos que não foram reconhecidos!
Tem tanta gente que age como Deus e não assume
os loucos são Napoleões Bonaparte, parte ruim
São o que são, são loucos sim
Assumidos, declarados
Sou loucos, não retardados
O louco sabe o que lhe falta
seja por falta de prática ou de habito
apenas esquecem de ser normais e chatos
(Adriana Rampi)

Não sei como é o paraíso
para isso era preciso ter morrido
a curiosidade não é tão grande assim
viver na Terra-inferno está bom para mim
Se o paraíso é um lugar bom não sei
Sei que lá comer maça é proibido
Imagino o que mais nas proibições está incluído
Já se sabe da serpente
mas se não me der bem lá não tem problema
Deus me manda pra Terra de novo
Lugar pra onde se manda todos que comem maças!!
(Adriana Rampi)
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
A melodia não morre na alma
A canção desperta a calma
O corpo perde o sentido
E a alma perde o juízo
Entre dós e rés minha alegria engrandece
O corpo pede e a alma obedece
No doce ritmo da canção
Que embala meus pés e meu coração
E até as nuvens vem dançar
se enquadrar no ritmo embriagante
que leva alma por um instante
mas acaba por não retornar
A música suave que invade a sala
A esquina, a rua, a cidade, até a lua
Seu tom, sua melodia, esse som que inebria
Nessa doce manhã de sol, a orquestra invadiu minha vida
A canção desperta a calma
O corpo perde o sentido
E a alma perde o juízo
Entre dós e rés minha alegria engrandece
O corpo pede e a alma obedece
No doce ritmo da canção
Que embala meus pés e meu coração
E até as nuvens vem dançar
se enquadrar no ritmo embriagante
que leva alma por um instante
mas acaba por não retornar
A música suave que invade a sala
A esquina, a rua, a cidade, até a lua
Seu tom, sua melodia, esse som que inebria
Nessa doce manhã de sol, a orquestra invadiu minha vida
(Adriana Rampi)
Oh meu amor
Na vida há hora pra quase tudo
Se você for embora agora
Pode ser que perca sua hora
Não tenho pressa porque sei que virá
Mas se você for embora cedo
Seja por ansiedade ou puro medo
Pode ser que deixe sua deixa passar
A oportunida aparece, se não usamos ela esmaece
Se você titubear, a vida leva você embora
Pra tudo na vida tem hora, e o agora sempre é a hora de algo se concretizar
(Adriana Rampi)
Na vida há hora pra quase tudo
Se você for embora agora
Pode ser que perca sua hora
Não tenho pressa porque sei que virá
Mas se você for embora cedo
Seja por ansiedade ou puro medo
Pode ser que deixe sua deixa passar
A oportunida aparece, se não usamos ela esmaece
Se você titubear, a vida leva você embora
Pra tudo na vida tem hora, e o agora sempre é a hora de algo se concretizar
(Adriana Rampi)
MINHA VIDA DE MULHER
Minha vida de mulher
Acordo cedo todo dia, passar creme se arrumar
Tentar ficar bonita, se matar de trabalhar
Quero dominar o mundo, cansei de ser “dona do lar”
Sou frágil coisa nenhuma, que homem que iria agüentar
Todo mês ficar sangrando e nossas cólicas suportar
Agüentar todo mês a TPM que temos que enfrentar
Homem não agüentaria, logo começaria a chorar
Tirar os pêlos com cera, no salto se equilibrar
Ter sempre um sorriso no rosto pro marido agradar
Não que eu seja feminista, mas essa é a realidade
O homem velho e moça nova buscam compatibilidade
O que prova que o homem demora a ter maturidade
Minha vida de mulher
É ouvir piada machista, e se sou melhor que homem é porque sou feminista
Homens dirigem melhor, mas era de se esperar
Só tem o trabalho da rua e o carro pra se ocupar
Futebol com os amigos e cerveja pra relaxar
Minha vida de mulher não é dessas de marajá
Suo a minha camiseta e sei muito bem me virar
E embora goste dos homens precisava desabafar
Porque tanto egocentrismo é só pra se convencer
Mas no fundo nem os machistas conseguem sem uma mulher viver
(Adriana Rampi)
Acordo cedo todo dia, passar creme se arrumar
Tentar ficar bonita, se matar de trabalhar
Quero dominar o mundo, cansei de ser “dona do lar”
Sou frágil coisa nenhuma, que homem que iria agüentar
Todo mês ficar sangrando e nossas cólicas suportar
Agüentar todo mês a TPM que temos que enfrentar
Homem não agüentaria, logo começaria a chorar
Tirar os pêlos com cera, no salto se equilibrar
Ter sempre um sorriso no rosto pro marido agradar
Não que eu seja feminista, mas essa é a realidade
O homem velho e moça nova buscam compatibilidade
O que prova que o homem demora a ter maturidade
Minha vida de mulher
É ouvir piada machista, e se sou melhor que homem é porque sou feminista
Homens dirigem melhor, mas era de se esperar
Só tem o trabalho da rua e o carro pra se ocupar
Futebol com os amigos e cerveja pra relaxar
Minha vida de mulher não é dessas de marajá
Suo a minha camiseta e sei muito bem me virar
E embora goste dos homens precisava desabafar
Porque tanto egocentrismo é só pra se convencer
Mas no fundo nem os machistas conseguem sem uma mulher viver
(Adriana Rampi)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Intensidade
Com a mesma intensidade dos segundos passando pelas horas
Com a mesma intensidade com que o Sol nasce a cada aurora
Com maior intensidade que já amei outrora
Com o mesmo vigor que as ondas tem ao se formar no mar
Com o mesmo colorido com que a flora desperta na primavera
Com a maior intensidade na verdade mais sincera
Com a maior paixão que um rejeitado espera
Não meço a intensidade pelas palavras
mas pelos atos que ela carrega
pelo tamanho da estupidez de quem erra
porque é intenso demais ao tentar
Prefiro ser intensamente louco varrido
por ter tentado o mundo e não ter conseguido
ter levantado em cada vez que me vi caído
do que ser imbecil e superficial
vivendo e formal normal e artificial
tentando ser o que é tão igual
(Adriana Rampi)
Com a mesma intensidade com que o Sol nasce a cada aurora
Com maior intensidade que já amei outrora
Com o mesmo vigor que as ondas tem ao se formar no mar
Com o mesmo colorido com que a flora desperta na primavera
Com a maior intensidade na verdade mais sincera
Com a maior paixão que um rejeitado espera
Não meço a intensidade pelas palavras
mas pelos atos que ela carrega
pelo tamanho da estupidez de quem erra
porque é intenso demais ao tentar
Prefiro ser intensamente louco varrido
por ter tentado o mundo e não ter conseguido
ter levantado em cada vez que me vi caído
do que ser imbecil e superficial
vivendo e formal normal e artificial
tentando ser o que é tão igual
(Adriana Rampi)
Se as palavras fossem sementes
eu queria poder plantar
regar e esperar florescer
fazer um jardim de versos pra juntos a gente ler
Se as palavras fossem raios de Sol
eu iria me bronzear
encher minha pele de rimas
e todas recitar
Se as palavras fossem praias
nas palavras iria morar
mergulhar no mar de sonetos
e nele me afogar
Se as palavras fossem campo
Nele meu gado iria pastar
se alimentar de cada sílaba
só pra ver no que ia dar
Se as palavras fossem nuvens
cada chuva iria inundar nossas ruas
de poesias, rimas e palavras nuas
Se as palavras fossem estrelas
a luz da lua iria desvendar
cada estrofe que as estrelas
em constelação iriam formar
Se as palavras fossem rua
iria elas limpar
varrer cada esquina
pra suas frases juntar
Se as palavras fossem soltas
eu iria amarrar
pra fazer esse poema
e das palavras todas falar!
(Adriana Rampi)
eu queria poder plantar
regar e esperar florescer
fazer um jardim de versos pra juntos a gente ler
Se as palavras fossem raios de Sol
eu iria me bronzear
encher minha pele de rimas
e todas recitar
Se as palavras fossem praias
nas palavras iria morar
mergulhar no mar de sonetos
e nele me afogar
Se as palavras fossem campo
Nele meu gado iria pastar
se alimentar de cada sílaba
só pra ver no que ia dar
Se as palavras fossem nuvens
cada chuva iria inundar nossas ruas
de poesias, rimas e palavras nuas
Se as palavras fossem estrelas
a luz da lua iria desvendar
cada estrofe que as estrelas
em constelação iriam formar
Se as palavras fossem rua
iria elas limpar
varrer cada esquina
pra suas frases juntar
Se as palavras fossem soltas
eu iria amarrar
pra fazer esse poema
e das palavras todas falar!
(Adriana Rampi)
Já dei os dois lados da minha face a tapa
Já cruzei o deserto, enfrentei calor, sede, fome
Tive que espantar os corvos e já tive meus pés em brasa
Não sei como cheguei até aqui, mas cheguei
Tudo isso pra te encontrar
Enfrentei multidões enfurecidas
Enfrentei o medo da solidão
Tive meu coração mergulhado em dúvidas
e minha alma entorpecida pela indecisão
Não tive escolha, porque pra chegar até aqui só havia esse caminho
mas aceitei porque no final tudo valeu a pena
Não preciso que encontres desculpas pobres do porque não estás aqui
Porque eu viajei o mundo e cheguei no lugar certo
e quando você me disse que não iria por qualquer bobagem eu soube
que mesmo tendo feito tudo isso por ti
ao chegar aqui, quem estava mais forte era eu
Quem tinha crescido e amadurecido tinha sido eu
E todas as noites que eu congelei
e todos os dias quentes que quase morri
não era tu quem estavas lá pra me estender a mão
pois tua vontade era cega as minhas necessidades
quem me socorria nos momentos em que precisava
era eu mesmo que suplicava a Deus que me desse coragem
E Deus, diferente de ti nunca deixou de estar ao meu lado
Agora eu sei, que não foi nem mesmo por ti que cheguei aqui
mas por minhas pernas
E que cada vez que tu me negava e dizia não, pedindo desculpas, por pensar me magoar
eu aceitava, porque a dor que tu me causava nunca iria se comparar
a todas as provas e sofrimento porque eu passei pra aqui chegar
E no fim eu sei que Deus me deu força pra enfrentar tudo
sei que a agora nenhum deserto, nem frio, nem fome, nem medo
podem me derrubar fácil
(Adriana Rampi)
Já cruzei o deserto, enfrentei calor, sede, fome
Tive que espantar os corvos e já tive meus pés em brasa
Não sei como cheguei até aqui, mas cheguei
Tudo isso pra te encontrar
Enfrentei multidões enfurecidas
Enfrentei o medo da solidão
Tive meu coração mergulhado em dúvidas
e minha alma entorpecida pela indecisão
Não tive escolha, porque pra chegar até aqui só havia esse caminho
mas aceitei porque no final tudo valeu a pena
Não preciso que encontres desculpas pobres do porque não estás aqui
Porque eu viajei o mundo e cheguei no lugar certo
e quando você me disse que não iria por qualquer bobagem eu soube
que mesmo tendo feito tudo isso por ti
ao chegar aqui, quem estava mais forte era eu
Quem tinha crescido e amadurecido tinha sido eu
E todas as noites que eu congelei
e todos os dias quentes que quase morri
não era tu quem estavas lá pra me estender a mão
pois tua vontade era cega as minhas necessidades
quem me socorria nos momentos em que precisava
era eu mesmo que suplicava a Deus que me desse coragem
E Deus, diferente de ti nunca deixou de estar ao meu lado
Agora eu sei, que não foi nem mesmo por ti que cheguei aqui
mas por minhas pernas
E que cada vez que tu me negava e dizia não, pedindo desculpas, por pensar me magoar
eu aceitava, porque a dor que tu me causava nunca iria se comparar
a todas as provas e sofrimento porque eu passei pra aqui chegar
E no fim eu sei que Deus me deu força pra enfrentar tudo
sei que a agora nenhum deserto, nem frio, nem fome, nem medo
podem me derrubar fácil
(Adriana Rampi)
Pedir desculpa demais, pra mesma pessoa, em um curto espaço de tempo é sinal de que você tem errado, com a mesma pessoa, com muita freqüência em um curto espaço de tempo. Pedir pra que essa pessoa não se magoe com você a cada vez que pedir desculpa já não adianta, porque pedir desculpa e não fazer nada pra se retratar não evita a mágoa, apenas atrasa o sofrimento!(Adriana Rampi)
Hoje acordei sem muita vontade de falar
Vontade de falar nada
Vontade de ficar muda, calada
Podia resmungar, esmurrar a parede, socar
Mas não, resolvi ficar quieta e calar
Como se não tivesse acontecido nada
porque nada foi o que aconteceu
na verdade foi o nada que me enfureceu
e pra não brigar, vou ficar parada
e pra não discutir vou ficar calada
Melhor ficar assim do que besteira escutar
Desculpas idiotas que você vai inventar
Não queres que fique braba, tenho o direito de ficar
Mas não vou discutir, melhor eu evitar
Evitar uma discussão e quem sabe também te evitar
pode dizer que sou insensível, mas uma certeza vou te dar
Só estou dando de retorno o mais do que você tem a ofertar
(Adriana Rampi)
Vontade de falar nada
Vontade de ficar muda, calada
Podia resmungar, esmurrar a parede, socar
Mas não, resolvi ficar quieta e calar
Como se não tivesse acontecido nada
porque nada foi o que aconteceu
na verdade foi o nada que me enfureceu
e pra não brigar, vou ficar parada
e pra não discutir vou ficar calada
Melhor ficar assim do que besteira escutar
Desculpas idiotas que você vai inventar
Não queres que fique braba, tenho o direito de ficar
Mas não vou discutir, melhor eu evitar
Evitar uma discussão e quem sabe também te evitar
pode dizer que sou insensível, mas uma certeza vou te dar
Só estou dando de retorno o mais do que você tem a ofertar
(Adriana Rampi)
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
O cedo de hoje é ontem
e o cedo é verde, cru e inexperiente
e o ontem é velho e condena a gente
O tarde de hoje é amanhã
e tarde é melhor do que nunca ter chegado
e amanhã é novo, promissor e esperado
O presente do passado é o futuro
passado já foi, já era
o presente é, esta sendo agora
o futuro é o que se espera
(Adriana Rampi)
e o cedo é verde, cru e inexperiente
e o ontem é velho e condena a gente
O tarde de hoje é amanhã
e tarde é melhor do que nunca ter chegado
e amanhã é novo, promissor e esperado
O presente do passado é o futuro
passado já foi, já era
o presente é, esta sendo agora
o futuro é o que se espera
(Adriana Rampi)
Hoje cedo acordei tarde
e de verde fiquei amargura
e de caída fiquei madura
Hoje tarde acordei cedo
e de pétala era flor
e de dor era amor
Hoje de manhã acordei ontem
e de chuva virei nuvem
e de estrela virei céu
Hoje de tarde acordei amanhã
e de semente virei fruta
e de tempestade virei calmaria
(Adriana Rampi)
e de verde fiquei amargura
e de caída fiquei madura
Hoje tarde acordei cedo
e de pétala era flor
e de dor era amor
Hoje de manhã acordei ontem
e de chuva virei nuvem
e de estrela virei céu
Hoje de tarde acordei amanhã
e de semente virei fruta
e de tempestade virei calmaria
(Adriana Rampi)
O Sol que levanta toda manhã
com cada cidadão e cidadã
Trabalha em turno integral e sempre faz hora extra no verão
Não resmunga, nem quando chove, nem quando está nublado
Ele trabalha de domingo a domingo e nunca fica mal humorado
O Sol, chega pontualmente em todas as casas
E sempre se retira em tempo da noite chegar
A Lua toda a noite, vem o céu abrilhantar
mas já diferente do Sol não tem turno regular
Às vezes é cheia, crescente, minguante e quando cansa
fica nova, mas nunca deixa seu brilho apagar
Divide seu trabalho com as estrelas e juntas vão nosso descanso velar
O Sol e a Lua formam belo casal, embora teimem em se desencontrar
culpa da rotina dos tempos modernos em que só se vive pra trabalhar!
(Adriana Rampi)
com cada cidadão e cidadã
Trabalha em turno integral e sempre faz hora extra no verão
Não resmunga, nem quando chove, nem quando está nublado
Ele trabalha de domingo a domingo e nunca fica mal humorado
O Sol, chega pontualmente em todas as casas
E sempre se retira em tempo da noite chegar
A Lua toda a noite, vem o céu abrilhantar
mas já diferente do Sol não tem turno regular
Às vezes é cheia, crescente, minguante e quando cansa
fica nova, mas nunca deixa seu brilho apagar
Divide seu trabalho com as estrelas e juntas vão nosso descanso velar
O Sol e a Lua formam belo casal, embora teimem em se desencontrar
culpa da rotina dos tempos modernos em que só se vive pra trabalhar!
(Adriana Rampi)
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